Para reflexão

Em certa ocasião, houve uma enchente muito grande m um povoado que ficava abaixo do nível do rio. Neste povoado morava um sujeito extremamente cristão e temente a Deus.

As águas começaram a subir assustadoramente a ponto de encobrir as casas, todos os moradores começaram a abandonar a região, menos ele.

Quando a água atingiu sua casa, ele subiu para o telhado e ficou aguardando.

Passou um cidadão nadando com uma bóia nas mãos e disse:

Venha comigo que ajudo a te salvar, vamos..

Ele disse: não se preocupe, Deus vai me salvar.

O rapaz insistiu, mas foi em vão, então, seguiu nadando para tentar salvar outras pessoas.

Logo após passou um rapaz em um barco e disse também:

Venha que vou ajudá-lo.

Ele disse: não se preocupe, Deus vai me salvar.

O rapaz insistiu, mas também foi em vão, então também partiu para salvar outros moradores em perigo.

Por fim passou um Helicóptero e o piloto gritou:

Venha você vai morrer, vou salvá-lo.

Ele, firme, resistiu, não se preocupe, pois Deus vai me salvar.

O piloto insistiu e, vendo a recusa do cidadão e o perigo eminente partiu para socorrer outros moradores.

A água subiu, cobriu o telhado e o cidadão morreu afogado.

Chegando ao Céu foi recebido por Deus.

Ele reclamou: Senhor, fui tão dedicado a fé, acreditei tanto no Senhor e, quando precisei, deixou que morresse.

Deus então disse: Meu filho, mandei para te salvar um rapaz nadando, um barco e por fim um Helicóptero, não quiseste, infelizmente, não pude evitar.

Quanta vezes Deus nos dá a chance de nos salvar-mos, de encontrar um outro caminho e, cegos em nossas convicções, as ignoramos.

Pense nisso.

* Recebi esta mensagem da Fernanda Rufino e gostaria de deixá-la aqui para nossa reflexão.

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Revolta geral


Não se fala em outra coisa. A reportagem do Pedro Bial mostrando que as piores estradas do planeta estão no Brasil e a pior estrada do país fica no Maranhão é assunto em todas as rodas de amigos.

No rádio, ouvi durante todo o dia de ontem, a opinião de maranhenses indignados com a situação da BR-316, como destacou o Jornal Nacional.

Como escrevi na quinta-feira, sabia que a repercussão seria enorme, afinal a reportagem foi mostrada para todo o Brasil. Por isso, ontem mesmo, o Denit já informou que a estrada será recuperada em um ano.

Leia o texto da reportagem de Pedro Bial: A Caravana JN enfrentou, ontem, uma provação no Nordeste brasileiro. Antes de partir para uma viagem, a equipe de Pedro Bial soube que encontraria pela frente, simplesmente, a pior estrada do Brasil. A pior estrada – de um país que tem algumas das piores estradas do planeta. É esse prodígio que a Caravana JN tem o desprazer de apresentar agora.

Como fazer 200 quilômetros em nove horas e meia? Voz oficial do poder público, o Dnit (Departamento Nacional de Infra-estrutura) diagnistica: a BR-316 é a pior estrada do Brasil. Não, para ser mais preciso esse trecho da BR-316 é só uma caricatura, sem graça, das estradas e da infra-estrutura do Brasil. Ah, outra piada de mau-gosto: posto fiscal.

Impossível andar a mais de 30 quilômetros por hora. De excesso de velocidade aqui não se morre, só que os assaltantes atacam a pé a qualquer hora do dia e da noite.

Uma hora e 25 minutos de viagem e 26 quilômetros percorridos. Os homens agüentam. As máquinas, não.

– O que aconteceu com seu caminhão?

– Pifou o rolamento.

– E agora para vir socorro, como faz?

– Só na rede, né?

Pode demorar.

“Eu estou aqui desde sábado. Ninguém passou aqui para me socorrer”, reclama um caminhoneiro.

Um caminhoneiro teve uma boa idéia. É de terra. Melhor.

Têm suas vantagens. Se o ilustre passageiro cansar do sacolejo, ele pode ir caminhando, se exercitando. A velocidade é a mesma do ônibus.

Somos saudados por gritos: “Mostra a vergonha do Brasil!”, “Mostra onde foram parar nossos impostos!”. Olha as placas de sinalização, os olhos de gato, as faixas no asfalto. Olha o asfalto. Olha a única estrada federal que liga o Maranhão ao Pará.

Advinha qual é o desejo desse povo: SOS.

Vamos começar a contar os dias a partir de hoje. Até 8 de setembro de 2007, vamos ficar atentos para o cumprimento dessa que parece ser mais uma promessa de campanha.

E você acredita na recuperação da BR-316? Qual é a sua opinião?

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A vergonha nacional

E a Caravana do Jornal Nacional chegou ao Maranhão. E Chegou mostrando a cara de indignação do jornalista Pedro Bial. Ele parecia perplexo com a situação das estradas que cortam o Maranhão. Para quem mora aqui ou todo dia precisa utilizar as nossas estradas nenhuma novidade. Apenas a certeza que, a partir de agora, uma vez que a televisão mostrou para todo o país, esse nosso velho e grave problema poderá vir a ser resolvido.

Leiam o que o Bial relatou durante a sua passagem aqui: “No município de Zé Doca, no interior do Maranhão, depois de cinco horas de viagem, conseguimos avançar pouco mais de 60 quilômetros, o que dá uma média de 12 km/h. Pense no drama dos caminhoneiros, dos profissionais da região que precisam usar essa estrada todos os dias. Se fosse de terra, a estrada seria melhor. Trata-se de uma sucessão de crateras traiçoeiras. A rigor, não dá nem para chamar esse trecho da BR- 316 de estrada. Estrada isso não é. Durante todo o percurso, nós ouvimos apelos e gritos vindos da beira da estrada, de ônibus, caminhões, automóveis dizendo: “Mostra. Mostra essa vergonha na Globo”.

Ele teve que viajar pela BR-316, apontada pelo Denit, o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes, como a pior estrada do Brasil. Uma vergonha nacional.

O Jornal Nacional prometeu mostrar a reportagem completa na edição desta sexta-feira (8) e deixou uma sugestão aos candidatos à presidência: fazer essa viagem. Seria, no mínimo, didático. Agora, torçam para que não chova, pois quando chove, a BR-316 vira um longo atoleiro.

E você viu a reportagem do Jornal Nacional? O que achou? Teria a coragem de fazer a mesma viagem?

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É muita falta de comando

Virou brincadeira a tabela do 1º turno do Campeonato Maranhense. Hoje se divulga uma coisa e no dia seguinte não vale mais nada. Tudo começou com o problema do Sampaio que demorou na definição da sua participação no Estadual. Passada essa fase, o time Tricolor começou a jogar e não parou mais e esse foi um problema a menos.

Tivemos também a questão dos jogos do Maranhão. A prioridade teria que ser mesmo o Campeonato Brasileiro Série C. Alguns jogos foram adiados e por isso, o MAC fez apenas quatro partidas.

Pior mesmo foi o Americano. O time que foi rebaixado no ano pasado e voltou com a conivência dos clubes e da FMF. Caiu para a segunda divisão, mas conseguiram dar uma outra interpretação no regulamento e a equipe continuou na divisão principal.

Anunciaram que o Americano jogaria em Bacabal, depois em São José de Ribamar, acabou jogando em São Luís e depois iria para Palmeirândia e agora já vai jogar em São Luís de novo. Deu para entender? Não. E não era para menos. Resultado: os jogos do Americano são adiados todos os dias. E estamos apenas no primeiro turno. Tenho que lembrar também que o Santa Quitéria já fez todos os seus jogos, enquanto as outras nove equipes ainda entrarão em campo

A FMF não faz nada. Aliás faz, um clube chega, pede o adiamento e tudo bem. para um futebol só. O torcedor que paga ingresso cada vez mais se afasta dos estádios. Não sei quando isso vai terminar, mas acredito que, com a entrada do Nilson Takashi, no departamento técnico a bola poderá rolar sem maiores problemas.

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Nas ondas do rádio

Tenho ouvidos as nossas FMs nestes últimos dias e confesso que alguma coisa errada está acontecendo. Está tudo muito parecido. Como ouvinte, corro o dial para lá e para cá e… acabo tendo que ouvir um bom CD no carro ou em casa.

Antes de escrever sobre este assunto procurei de conversar com o produtor e pesquisador musical Pedro Sobrinho.

O Pedrinho me disse: “Eu acho um absurdo. Você fica sem opção. Eu não acho legal. Você ouve uma é reggae, ouve outra e a terceira também. Os programas deveriam acontecer em horários diferentes. À tarde seria o melhor horário. Eu não sei se o ouvinte da noite quer ouvir esse tipo de música, além disso os programas são muito parecidos”.

Tenho exatamente a mesma opinião do Pedro Sobrinho. Não estamos dizendo que esse ou aquele tipo de música é melhor. Apenas constatamos que está tudo muito igual. Não vou entrar na discussão besta que sempre ocorre aqui sobre o reggae. Poderia dizer o mesmo em relação aos domingos pela manhã. O dial é tomado pelo samba ou ainda sobre os horários de flashback que se multiplicam no dial das FMs. E aí vão dizer também que não gostamos de samba ou de flashback, enfim que não entendemos e gostamos de música.

Não é nada disso. Acho que tudo demais acaba enchendo saco. Gosto de um rádio que me faça companhia e de preferência boa companhia. Mas para que eu possa ter uma idéia melhor sobre tudo isso gostaria de conhecer a sua opinião. Você concorda comigo ou estou completamente errado?

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Mano Borges em DVD

Anote aí uma grande dica para esta quarta-feira (6). O Cantor e compositor Mano Borges faz show no Teatro Artur Azevedo e grava o seu primeiro DVD. Os convidados especiais são Antonio Vieira, Alê Muniz e Luciana Simões.

Mano será acompanhado por Pepê Jr. na guitarra, violões e direção musical; Bernardo no contrabaixo; Coelho nos teclados; Joel na bateria e Monstrinho na percussão.

No repertório estarão os sucessos: Você é Tudo, Bangladesh, Ça Va, Danielle, Fácil de Entender, além de outras canções que Mano estará apresentando pela primeira vez ao público. O show começa pontualmente às 20h30.

Trajetória

Foi no Maranhão, terra cheia de ritmos, batuques e tambores, que Mano Borges tomou gosto pela carreira artística. Como percussionista, começou a criar os primeiros sons de suas composições que viriam a fazer sucesso. Em 1983 foi convidado para integrar o grupo “Asa do Maranhão”, apresentando-se com grandes estrelas da MPB como Marina Lima, Sivuca, Beto Guedes. “Nessa época eu já havia adquirido uma habilidade multiinstrumental, tocava violão, bandolim, escaleta, percussão…”, afirma Mano.

Em 1988, o compositor embarcava para Porto Alegre, onde residiu por dois anos adquirindo experiências musicais e participando de grandes eventos da capital gaúcha. Mano retorna à sua terra natal em 1990 e começa a tocar nos bares em São Luís. Daí em diante, já reconhecido como um dos artistas mais conceituados da capital maranhense e elogiado pelos principais críticos da cidade, não parou mais. Teve a primeira oportunidade e expandir sua arte pelo mundo quando se classificou em um grande concurso na França, Les Découvèrtes, com a música “Sub-americanos”. Com isso teve a chance de excursionar pela Europa.

Em 1998 vai a Roma a convite da cantora Surama Castro para gravar uma música de sua autoria. Não foi, porém, a única homenagem que prestariam ao compositor. Em seu mais recente CD, a cantora Rita Ribeiro regravou “Essa Dona”. Além de Rita, Lecy Brandão é outra recente intérprete de Mano com a música “Lua Diamantes”. Em 2000, após dois LP’s e cinco Cd’s, todos de produção independente, o compositor emplaca nas rádios maranhenses, conquistando o título de “melhor compositor do ano” na cotação da imprensa local.

Compositor que não tem medo de injetar tons pop em sua MPB quase ortodoxa, Mano Borges é mais um dos artistas que tentam assumir a tocha da MPB tradicional, sonora e poeticamente, ao mesmo tempo em que querem soar contemporâneos, “antenados”. Arranjos simples, despojados, aliados à melodias de apelo radiofônico, fazem do trabalho do cantor uma audição palatável.

Por todo este currículo é que o show de Mano Borges desta quarta no Arthur Azevedo promete e muito. Todos os presentes se deliciarão com a recriação da cantiga Maranhão Meu Tesouro, Meu torrão, num arranjo acústico embolado com beats programados. Ou ainda com as singelas Você É Tudo, Disfarço, ou mesmo de Bom Defeito (com boas guitarras roqueiras).

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Imperdível

O cantor Fernando de Carvalho retorna ao palco do Teatro Arthur azevedo com o show “Sobre todas as coisas, Brasileiro”. O contra-tenor mostra suas versões para músicas de grandes compositores da Música Popular Brasileira, como Chico Buarque, Noel Rosa, Pixinginha , Tom Jobim e Vinicius de Moraes e vai lembrar o trabalho de maranhenses, como João do Vale e Zeca Baleiro. Outra novidade será a participação do Coral São João, da cantora Kátia Lima, do grupo instrumental Toque Brasileiro e dos dançarinos Ticiane Dualibe e Mano Braga. O show “Sobre todas as coisas, Brasileiro” será apresentado neste sábado às 21 horas e no domingo às 19 horas, com produção e direção artística do próprio Fernando de Carvalho e do também cantor Ruber. A direção musical é assinada por Luiz Júnior.

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Bom começo

E o técnico Gilson Kleina estreou com pé direito no Sampaio. A primeira vítima foi o Imperatriz, líder isolado do 1º turno com 15 pontos. A vitória de 2 a 0 mostrou que o torcedor Tricolor poderá esperar um time bem diferente daquele da Taça Cidade. Mais uma vez, os destaques foram o atacante André Lima e o meia Bira. No próximo domingo, o Sampaio enfrenta o Comerciário e só pensa em conquistar mais três pontos. Foi um bom começo para Gilson Kleina no ‘Mais Querido’.

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Rumo ao bi

O Cavalo de Aço poderá garantir uma das vagas na semifinal do 1º turno com uma vitória, hoje à noite, diante do Sampaio, no Estádio Nhozinho Santos. Líder absoluto da competição com 15 pontos, o Imperatriz só perdeu o jogo para o Moto e venceu os outros cinco que disputou. O Cavalo quer conquistar o turno e garantir vaga na final do campeonato. Na Região Tocantina todo mundo acredita no bi.

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Tudo outra vez

O técnico do Moto, Arlindo Azevedo tem uma grande dor de cabeça pela frente. Como poucos times de futebol, os salários dos jogadores do Moto estão em dia, mas isso não tem sido o bastante para dar motivação ao grupo. Arlindo treinou finalização, conversou com os jogadores e para o próximo jogo com o Juventude deve garantir o seu escalando um time com três volantes. Ele entende que é melhor não perder outra vez. O time vem de dois péssimos resultados: um empate com o Americano e uma derrota para o Santa Inês em pleno Estádio Nhozinho Santos. Não sei os motivos, mas no Moto tem sido sempre assim. Na véspera daquele inesquecível jogo com o Chapadinha pela Taça Cidade, os dirigentes do Moto pagaram os salários até para motivar o grupo. No dia seguinte o vexame: a derrota de 1 a 0 tirou a equipe da briga por uma das vagas no Campeonato Brasileiro Série C. Se alguma coisa não for feita, o Moto pode amargar uma eliminação logo no 1º turno do Campeonato Maranhense. Não sei se a torcida rubro-negra vai gostar de ver este filme outra vez.