Colgate lança novo prêmio de jornalismo

A Colgate está lançando a primeira edição do Prêmio Colgate de Imprensa, iniciativa que visa a incentivar a divulgação de práticas para a boa saúde bucal, aumentando o nível de conhecimento entre a população brasileira.

Cerca de 28 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2003, e esse fato coloca a população em alto risco. Hoje, 45% do país é coberto com água fluoretada – o que foi um grande avanço em termos de saúde coletiva –, mas 90% desse total concentra-se nas regiões Sul e Sudeste.

A inscrição à premiação é gratuita e os jornalistas interessados devem acessar o endereço: www.colgate.com.br para obter mais informações sobre regulamento e acessar a ficha de inscrição on-line, que possibilita anexar a matéria digitalizada, bem como um canal direto para esclarecimento de dúvidas. O concurso vai premiar as três melhores matérias sobre o tema. O primeiro colocado receberá R$ 10 mil, o segundo, R$ 5 mil e o terceiro, R$ 2 mil. Os critérios de avaliação compreendem adequação ao tema, veracidade e atualização das informações, dados apresentados, criatividade na abordagem e utilização de recursos para ilustrar a matéria. O prazo para inscrições termina hoje (1º de dezembro). Os premiados serão conhecidos no dia 9 de fevereiro de 2007.

Fonte: Coletiva.net

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Folha de S. Paulo ataca exigência do diploma de jornalista

A Folha de S. Paulo publicou em editorial do último dia 24 críticas à exigência do diploma para o exercício da atividade jornalística, apoiando assim a liminar concedida pelo STF.

“O jornal já se destacava na defesa dos princípios consagrados nos vários artigos da Constituição de 1988 que aniquilam a sanha controladora: liberdade de expressão; liberdade de profissão; proibição de embaraço legal à liberdade de informação jornalística. O Brasil está entre as raras nações que optaram por sujeitar também os profissionais de imprensa a uma tutela incompatível com a livre circulação de idéias, opiniões e informações”, afirma o editorial.

A Folha ainda classificou de “policialescas” as ações de entidades como os sindicatos e a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), que lutam pela exigência do diploma.

Fonte: Coletiva.net

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Hélio Costa e assessor da Casa Civil divergem sobre TV digital


De acordo com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, a TV digital não deve ser interativa nem brasileira em sua estréia, prevista para 3 de dezembro de 2007. Segundo ele, os primeiros conversores, equipamentos que permitem receber o sinal digital em televisores analógicos, devem vir sem o middleware, software que garante a interatividade. A peça é uma das principais inovações propostas pelos consórcios brasileiros que participaram da pesquisa contratada pelo governo. “O middleware é obrigatório, mas ainda não teremos a ferramenta para o ano que vem”, disse Costa, durante o lançamento do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T). “Lá na frente, ele será incorporado. O primeiro conversor será muito simples e vai garantir a qualidade da imagem”, afirmou.

Costa garantiu que este conversor mais simples custará até R$ 100. “A Samsung garantiu que pode colocá-lo no mercado por US$ 43”, contou. O ministro estima que o mercado de conversores, também chamado set-top boxes, irá movimentar R$ 9 bilhões em três anos. Os consórcios do SBTVD-T também recomendaram a adoção da tecnologia MPEG-4 para compressão de vídeo. Os sistemas internacionais, inclusive o japonês ISDB, escolhido pelo governo, usam uma versão anterior, chamada MPEG-2. Mas, na estréia, os conversores também não devem ter MPEG-4. “Existe um problema de fabricação”, explicou Costa, “os componentes com MPEG-4 só estarão disponíveis na Europa em meados de 2007.” Mas ele garantiu que o MPEG-4 será adotado posteriormente e que não haverá problema de compatibilidade.

Sem middleware e sem MPEG-4, o sistema nipo-brasileiro será praticamente igual ao japonês. Em contrapartida, o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa Filho, garantiu que os conversores terão o middleware. “O decreto 5820 diz que as inovações brasileiras são obrigatórias”, disse, referindo-se ao documento assinado pelo presidente Lula em 29 de junho.

Fonte: Coletiva.net

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Vale tudo

Os ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram hoje (21), por unanimidade, decisão tomada na semana passada pelo vice-presidente do STF, Gilmar Mendes, que dispensou a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalismo.

Os ministros referendaram a decisão de Mendes, que é uma liminar. Ela deverá vigorar até que a Turma julgue o mérito da ação proposta pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. Não há previsão de quando esse julgamento ocorrerá.

Pela decisão do STF, está liberado o exercício da atividade jornalística independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área.

O caso começou a tramitar na Justiça em 2001, quando o Ministério Público Federal protocolou uma ação civil pública na Justiça contra a exigência do diploma. Na primeira Instância, a decisão foi favorável ao pedido. No entanto, em seguida, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região decidiu contra.

Fonte: Agência Estado

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Onde andará o Zeca Baleiro?

Onde andará o Zeca Baleiro?

Para quem vivia me perguntando onde andava o autor de “Por onde andará Stephen Fry”, hoje é dia de reencontro com o cantor e compostitor maranhense Zeca Baleiro. E não poderia ter um local melhor, senão o palco do Teatro Artur Azevedo. Zeca Baleiro é a atração do Projeto MPB Petrobras. Na abertura, a novidade será o cantor e compositor Beto Pereira.

No show “Zeca Baleiro em Concerto”, o maranhense terá a companhia no violão do excelente Tuco Marcondes. E no repertório canções como “Vô Imbolá”, “Telegrama”, “Heavy Metal do Senhor”, “Lenha”, “Salão de Beleza”, entre outras.

Zeca Baleiro mostrará algumas músicas do CD “Baladas do Asfalto e Outros Blues”, lançado em 2005 como: “Alma Nova”, “Flores no Asfalto”, “Meu Amor Minha Flor Minha Menina”, “Balada do Céu Negro” e “Versos Perdidos”, além de algumas canções inéditas como sempre faz em seus shows e fazia nos intervalos das nossas aulas no curso de jornalismo, na Universidade Federal do Maranhão. Que bons tempos!!!

Trajetória

Com cinco discos de ouro (“Por onde andará Stephen Fry?”, “Vô Imbolá”, “Líricas”, “Perfil” e “Raimundo Fagner e Zeca Baleiro”), três prêmios “Sharp” em 98 na categoria pop-rock (melhor música, melhor disco e revelação), duas indicações para o Grammy Latino e “Melhor Cantor” pela Associação Paulista de Críticos de Arte (98 e 2003), Zeca Baleiro traz na bagagem a versatilidade de um artista plural, que transita por diversos estilos musicais, a exemplo do rock, do reggae, passando pelo samba, embolada, baião e blues, sem perder a originalidade e o compromisso com a qualidade da sua música.

A versatilidade do cantor e compositor Zeca Baleiro se estende a outras áreas do universo cultural em que está inserido. Além de atuar como produtor musical, lançou em 2005, em parceria com sua empresária Rossana Decelso, o selo “Saravá Discos”, que tem a intenção de resgatar e documentar obras essenciais da produção musical do país. Com distribuição independente, o selo foi inaugurado com o CD “Cruel”, de Sérgio Sampaio, artista capixaba falecido em 94, que deixou um registro de músicas inéditas.

Outro projeto que merece destaque, desenvolvido por Baleiro e lançado pelo selo, é “Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé, de Ariana para Dionísio”, onde o artista musicou poemas da escritora paulista Hilda Hilst e contou com a interpretação das cantoras Ângela Maria, Ângela Ro Ro, Jussara Silveira, Maria Bethânia, Mônica Salmaso, Na Ozzetti, Olívia Byington, Rita Ribeiro, Verônica Sabino e Zélia Duncan. Mais dois CDS estão programados para chegar ao mercado pelas mãos de Zeca Baleiro: o “Samba é Bom”, CD de estréia do cantor e compositor maranhense Antônio Vieira, de 82 anos, gravado ao vivo em 2001, no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís do Maranhão; e um CD de inéditas do também maranhense Lopes Bogéa, com participação de Beth Carvalho, Alcione e Rita Ribeiro.

O mais recente trabalho solo do artista é “Baladas do Asfalto AO VIVO”, que acaba de chegar às lojas de todo o país. Trata-se do primeiro registro de um show de Baleiro em CD. Baseado no repertório do disco anterior, este álbum ao vivo traz o amadurecimento das canções, que estão na estrada desde novembro do ano passado, e releituras, a exemplo de “Palavras”, de Erasmo e Roberto Carlos. Ainda este mês, chega às lojas o DVD, gravado em junho no SESC Pinheiros/São Paulo.

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Teste do sistema de transmissão de rádio digital é aguardado pela Anatel


A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aguarda os relatórios dos testes do sistema de transmissão de rádio digital realizados por oito das 15 emissoras de rádio AM e FM que receberam autorização para transmissões-piloto durante um ano, desde 2005, em sinal do padrão IBOC (In-Band On-Channel), desenvolvido pela iBiquity Digital Corporation.

Segundo a própria Anatel, as emissoras têm enfrentado dificuldades com as transmissões do padrão americano. Há problemas, por exemplo, na ligação entre transmissor e estúdio e interferências nas bandas laterais de freqüência. Mesmo assim, as empresas defendem o padrão americano.

Para o assessor da Casa Civil, André Barbosa, o processo de decisão sobre o padrão de rádio digital deverá seguir o mesmo caminho da escolha do padrão da TV digital. “Esse assunto ainda não está em discussão na Casa Civil e a ministra Dilma Rousseff não se envolveu nisso ainda. Quando entrar na pauta, iremos discutir, formar um grupo de trabalho e colocar as cartas na mesa como fizemos com a TV digital”, explica. E reitera sua posição de que todos os padrões devam ser testados antes da decisão final.

Uma das vantagens da rádio digital é a qualidade de som do AM, que passa a ser como o de uma FM atual e a qualidade de som do FM passa a ser igual a de um CD. Em ambos os casos, as interferências são quase totalmente eliminadas. Entre as emissoras autorizadas para testar o sistema de transmissão digital, estão a Globo de Rádio, a Bandeirantes, a Eldorado, a Jovem Pan e a RBS.

Fonte: Coletiva.net

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Na TV móvel, telejornais poderão ter duração de um minuto

Um estudo produzido pela Escola de Economia de Londres para a fabricante de celulares Nokia prevê que, na TV móvel do futuro, os telejornais não devem ultrapassar um minuto de duração.

A repercussão da pesquisa foi feita na coluna de Daniel Castro na Folha de S. Paulo em 17/11. A TV móvel é, basicamente, a transmitida em telefones celulares – e a implantação de tecnologias digitais promete aquecer este mercado.

Jornais, novelas e formatos publicitários serão os mais afetados na visão do estudo inglês, que cita o telejornal de um minuto recentemente idealizado e produzido pela China Telecom, operadora de celulares.

Segundo Castro, os pesquisadores apontaram a necessidade de informação em tempo real e sentimento de pertencimento como os principais motivos para a propagação da tecnologia e das mudanças que devem ocorrer.

Comerciais de cinco segundos, abuso de closes nas atrações, novos hábitos de programação e grande interação são as principais previsões para a TV móvel do futuro.

Fonte: Portal Imprensa

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Nova tecnologia encarece TV de plasma

Os fabricantes de TV Plasma trocam modelos tradicionais por aparelhos com tecnologia de alta definição (HDTV). Mas, essa modificação altera o custo do televisor, chegando a custar R$ 6.999. E as marcas afirmam que não têm a intenção de reduzir o preço, pelo menos, até o final de 2007.

O vice-presidente da Gradiente, Eugenio Staub Filho, afirma que há dois meses não fabricam mais o modelo de plasma sem a tecnologia HDTV. “Em 2007, só teremos à venda aparelhos com o sistema HDTV”, diz Eugenio, que vende o modelo de 50 polegadas por R$ 9.999. A Philips também segue o mesmo caminho e não fabrica mais o aparelho sem alta definição. Já a Panasonic continua a produzir o modelo de plasma convencional, até fevereiro, assim como a Samsung, que também planeja manter a produção até o começo do ano que vem.

Porém, deve ser considerado que a indústria não antecipa quedas de preço, pois isso posterga a compra e atrapalha a venda. No final de 2005, muitos fabricantes afirmavam que seria pouco provável vender o TV de plasma sem HDTV – 42 polegadas por menos de R$ 9.999. Hoje, pode ser encontrado por R$ 4.000. A diferença é que, atualmente, não há nenhuma grande marca com recursos suficientes para entrar em uma guerra de preços com a nova TV com HDTV.

Fonte: Coletiva.net

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STJ confirma que nível superior é obrigatório no jornalismo


O Superior Tribunal de Justiça confirmou, em decisão publicada na última segunda-feira (13/11), que profissionais de jornalismo, para serem registrados na área, devem possuir um diploma de nível superior em curso específico. A ordem foi dada em oposição a uma portaria do Ministério do Trabalho e Emprego, que dispensava a exigência do diploma.

O STJ atendeu, de forma unânime, ao pedido de um mandado de segurança impetrado pelo médico José Eduardo Marques e apoiado pelo relator, ministro José Delgado. O ministro destacou que o diploma de Jornalismo é obrigatório para o registro da profissão porque a atividade é regulada pelo Decreto-Lei 972-69.

Fonte: Coletiva.net

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Formação do radialista

Na semana passada escrevi sobre o desafio das emissoras de rádio: montar uma programação e ter locutores durante a madrugada. Um amigo que acessou o meu blog postou a seguinte resposta:

“A preocupação deve estar também na renovação e atualização dos profissionais. É complicado colocar uma boa programação em todos os horários com locutores com estilo da década de 50, 60. Os chefes das rádios precisam torná-las dinâmicas, modernas, ou então, com a difusão da internet, cada vez menos terá espaço para esse nosso velho companheiro”.

A resposta merece uma reflexão. Inicialmente não vou sair em defesa das gerações do rádio nas décadas de 50 ou 60, mas também não posso deixar de listar alguns fatores que considero muito importantes. Grandes nomes que fizeram história no rádio maranhense vieram dessas décadas e continuam fazendo grande sucesso hoje. Outros grandes nomes já não estão entre nós, mas serão sempre lembrados assim.

De lá para cá muita coisa mudou e os profissionais também. Alguns estão melhores, outros pararam de verdade. É assim em toda e qualquer profissão. Durante esses anos todos muita gente nova se destacou. Surgiram as novidades, entre elas, o computador, o CD, o celular, o satélite, a internet, enfim… Tudo isso tornou a nossa vida mais fácil. Ficou mais fácil fazer rádio. Podemos dizer assim.

Temos hoje muito mais estrutura e melhores condições de trabalho, mas infelizmente não posso dizer o mesmo em relação ao material humano. Estarei completando 20 anos de profissão e confesso que não está fácil encontrar alunos com perfil que o rádio necessita. No geral, os alunos que nos procuram estão na reta final da faculdade e ameaçados de figurarem na lista de desempregados. O mercado absorve muito menos do que as faculdades preparam. E alguns veículos parecem não perceberem o quanto é importante preparar uma nova geração.

Tenho feito muitos testes e constatado a falta de preparo dos alunos. Gente com muita vontade de aprender, mas com pouca ou quase nenhuma oportunidade. Lembro-me que, certa vez, uma aluna perguntava: o que é que toca nesse programa de chorinho? A grave pergunta evidenciava uma carência da grade curricular das faculdades. Daí a preparação inadequada das gerações de hoje.

E por fim, gostaria de lembrar que é preciso ter vocação para fazer rádio. Considero isso o mais importante dos requisitos para quem pretende entrar para essa profissão.

Fiz questão de escrever sobre este assunto a partir da resposta postada pelo amigo em meu blog porque considero a atualização (dos antigos) e a formação (dos atuais) profissionais do rádio, algo extremamente vital para o veículo.