Flávio Dino segue falando sozinho

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), é um homem persistente. Isso não se pode negar.

Desde a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente da República, o comunista tenta, de todas as formas, provocar o capitão reformado do Exército Brasileiro. São postagens quase diárias nas redes sociais atacando o vencedor das eleições.

Na mais recente delas, de ontem, Dino fez uma juvenil comparação entre sua cerimônia de posse e a de Bolsonaro.

Os objetivos – pelo menos dois deles – parecem claros: o governador quer, primeiro, obter alguma resposta, seja ela qual for, para poder dizer que está no debate nacional; e, ainda, prepara o terreno para que, em caso de alguma decisão do Governo Federal ruim para a sua gestão, ele possa dizer que está sendo perseguido por fazer críticas ao presidente.

Entre os seus próprios seguidores, a estratégia não tem surtido efeito. Basta ver a quantidade de críticas que Flávio Dino tem recebido nas suas próprias redes por causa da sua postura de líder estudantil.

E assim, o governador maranhense segue em sua saga, falando sozinho.

Estado Maior

4 comentários para "Flávio Dino segue falando sozinho"

  • Antonio Carlos

    Falta postura a Flávio Dino para quem está no cargo de governador de Estado. Ele, claramente não se dá respeito com essa falta de postura.

  • Ana Lúcia

    O governador Flávio Dino só faz o Maranhão passar vergonha nacional com essa portua dele será que nâo vê que a eleição abacou e esse cara foi eleito presidente. eu mesmo não votei nele, mas foi eleito e o que fazer agora? O jeito é olhar para frente.

  • Tiago

    Até quando Flávio Dino vai continuar com esse papel ridículo em relação ao presidente eleito Jair Bolsonaro? Será que ele não percebe que isso só vai prejudicar o próprio Maranhão? Ou ele está tirando uma carta de seguro para depois dizer que o Governo Federal boicotou o estado?

  • Felipe

    Realmente o nosso governador não muda e nem desce do palanque, infelizmente essa postura dele só vai ser prejudicial ao Maranhão quando Jair Bolsonaro assumir a Presidência da República em 2019.