Volta da CPMF

FlavioDIno

Os governadores já começam a reagir à recriação da contribuição e ao percentual considerado “irrisório” que a presidente Dilma Rousseff quer destinar a estados e municípios. As projeções do governo indicam que a arrecadação anual do tributo chegará a, pelo menos, R$ 80 bilhões. Isso significa que, deste total, R$ 73 bilhões ficariam com a União; R$ 4,2 bilhões, com os estados; e R$ 2,1 bilhões, com os municípios. Os técnicos, no entanto, ressaltam que a contribuição será destinada à Saúde, e, por isso, uma parte da fatia do governo federal também acabará indo para os governadores e prefeitos, por causa de programas partilhados pela União com os demais entes.

Um dos principais aliados de Dilma, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), não concorda com a proposta de repartição da CPMF. Dino apoia a recriação da contribuição, mas dentro de um conjunto de ações, como criação do imposto sobre grandes fortunas.

“Primeiro, acho que a alíquota não pode ser de 0,38%. Depois, que a distribuição deve levar em conta que a maioria dos serviços é municipal ou estadual: atenção básica, UPAs, urgência e emergência, alta complexidade, por exemplo”, reclamou Dino.

Os governadores do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), e do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), apoiam a recriação da CPMF, mas desde que o governo federal proponha uma divisão mais justa. Ambos consideraram 0,02 ponto percentual para os estados muito pouco. Sartori, que deu calote no pagamento da dívida com a União e vem atrasando o pagamento dos salários dos servidores públicos, afirmou por meio de sua assessoria que é fundamental que haja maior participação dos estados e dos municípios nos 0,38%.

O Globo

6 comentários para "Volta da CPMF"

  • Jeffersson

    Estudos apontam a existência de um imposto que incide sobre fortunas em somente seis paises no mundo – Argentina, Espanha, França, Índia, Noruega e Suíça. O estudo também indica o caso russo, em que a taxação sobre donos de grandes patrimônios é feita via veículos de luxo.Em outros três países o tributo já existiu, mas foi abolido: na Alemanha deixou de existir em 1997, em Luxemburgo, em 2006, e na Suécia, em 2007. Na Espanha, o imposto chegou a ser extinto em 2008, voltando à cena em 2011.Onde o tributo foi abolido,um motivo citado com frequência é a fuga de capitais para outros países, que não têm a tributação. “As pessoas que têm as maiores fortunas, muitas vezes com valor intelectual grande, são as que têm maior mobilidade internacional. O sujeito que tem R$ 100 milhões hoje mora aqui, amanhã em Londres”.O exemplo mais citado de fuga de capitais é o francês, impulsionado não só pelo imposto sobre estoque, de 1,5% para fortunas superiores a € 1,3 milhão, como também sobre a renda, nesse caso de 75% para quem tem rendimentos superiores a € 1 milhão ao ano. O tributo ganhou fama com a obtenção da nacionalidade russa pelo astro de cinema francês Gérard Depardieu em 2013, com o objetivo de fugir do imposto em seu país. Então essa ideia esdruxula que só podia ter saido da cabeça de um comunista, não vale o custo beneficio, melhor continuar tuiutando na internet, como economista o lider estudantil é um excelente tuiuteiro.

  • yolanda

    É meu amigo vou ter que tirar de novo bagaço da boca de jumento. A coisa vai ficar feia se voltar. Acho que eles não vâo aprovar . A moeda de troca tão usada não vai ter. Então se não tem…

  • Paulo

    FLÁVIO DINO FAZENDO DE TUDO PARA AGRADAR A DILMA ROUSSEFF QUE ESTÁ QUEIMADA COM O POVO BRASILEIRO ATÉ PORQUE ELE SONHA EM CHEGAR AO LUGAR QUE A DILMA ESTÁ HOJE RARARARARARARARARARARARA PRONTO FALEI…

  • Pablo

    Volta da CPMF FLávio Dino você só pode estar brincando com a nossa cara………..

  • edson vaz

    SEJAM BEM VINDOS ao BALAIO. os Funcionários do Estado já estão sofrendo com a ganância do nobre governador agora com esse apoio a CPMF vai ser o resto do povo do Maranhão e do Brasil.

  • edson vaz

    FF