Morre Pereira dos Santos

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Morreu vítima de pneumonia nesta manhã em Brasília, o advogado, general da reserva do Exército e ex-presidente do Moto Club na década de 70, José Pereira dos Santos. Aos 92 anos, Pereira dos Santos sofria de mal de parkinson.

A foto é do pesquisador Hugo Saraiva no lançamento do livro Memória Rubro-Negra em setembro do ano passado. Pereira dos Santos também é homenageado pelo Moto com o nome do Centro de Treinamento, no Paranã.

O corpo de Pereira dos Santos chega a São Luís nesta quarta-feira (3), à tarde e será velado na Pax União, na Rua Grande. O sepultamento será na quinta-feira (5), às 9h, no Cemitério do Gavião.

Nota de pesar

A governadora Roseana Sarney lamentou o falecimento do advogado e ex-presidente do Moto Club, José Pereira dos Santos, ocorrido nesta terça-feira (3).

“Pereira dos Santos dedicou a vida a incentivar o esporte do Maranhão, sendo um dos dirigentes de renome de um de nossos maiores times, que é o Moto, onde deixa um legado de paixão pelo futebol”, declarou.

A governadora se solidarizou com familiares e amigos de José Pereira dos Santos, que também era general da reserva do Exército.

9 comentários para "Morre Pereira dos Santos"

  • Pablo Pereira dos Santos

    Ele tinha mal de parkinson, não de alzheimer, conforme noticiado.

    • Zeca Soares

      Corrigido, Paulo.

  • João Pedro

    O manto sagrado do moto,há de lhe cobrir e junto com as nossas orações,fortaleça sua alma, como fortaleceu o nosso moto e que jesus o receba de braços abertos como voce nos recebeu como motenses, saudades.

  • ACR Motense

    Eterno presidente!!!!!

  • José Carlos Pereira Martins

    Que DEUS tenha piedade e o coloque em um bom lugar.

  • Joao

    Espero que domingo a diretoria faça a devida homenagem ao sr. pereira dos santos e que convidem seus familiares para tal homenagem.

  • jomar sousa reis

    Que Deus o tenha em um bom lugar, eterno presidente, esse sim brigava pelo Moto Clube sem nenhum interesse financeira. Descanse em paz.

  • Ronald de Almeida Silva; arquiteto urbanista

    PREZADO ZECA SOARES
    Além de ser uma legenda de honra, trabalho e de caráter, respeitado por todos, Cel. Pereira dos Santos, como o chamávamos, deu ao MOTO CLUB, ao futebol maranhense, à cidade de São Luís e ao Maranhão grandes exemplos de competência e dedicação.
    Mas uma herança maior ele deixou para marcar sua era e seguintes: uma família honrada e de tradição, na qual seu filho CARLINHOS, casado com Lidia Pflueger, nos deu a bela RAQUEL e esta, com Frederico Emanuel, meu filho primogênito, nos deram BENÍCIO, o neto mais lindo do mundo.
    Assim, pelos desígnios de Deus, tenho esse vínculo genealógico com os Pereira dos Santos (e os Pflueger) através de BENÍCIO, bisneto de José Pereira dos Santos, que Raquel e Carlinhos levaram a Brasília para visitar o Bisavô, mesmo este estando incapacitado pela cruel doença que o debilitou por anos e o levou esta manhã.
    Estou propondo ao Presidente da FMF, Dr. Antonio Américo, que faça duas homenagens especiais ao ilustre motense:
    1) Designar, por ato próprio, o troféu de Campeão da SÉRIE B do Campeonato Maranhense 2013, vencida pelo MOTO CLUB, como TROFÉU PEREIRA DOS SANTOS.
    2) Dar uma placa especial à família em reconhecimento ao notável trabalho e exemplo de torcedor e dirigente de futebol que foi José Pereira dos Santos.

    Que Deus abrace JPS e lhe dê um bom camarote no Estádio do Céu.

    Cordialmente
    Ronald Almeida
    Arquiteto urbanista, servidor da SEDEL-MA e colaborador da FMF.

  • Joaquim Haickel

    De luto não apenas a torcida motense, mas todo o esporte maranhense.
    Pereira dos Santos mais que presidente do Moto Clube, foi exemplo de correção e seriedade na administração esportiva de nosso estado, além de homem correto, empresário de sucesso e político leal.
    Ele teve uma história de vida admirável, recheada de fatos engrandecedores. Descansa agora o sono dos justos e tenho certeza que uma hora dessas deve estar ao lado de velhos companheiros de luta e adversários leais, como Nagib Haickel e Djalma Campos.
    O Maranhão perde com sua morte, mas a sua lembrança engrandece a nossa história.