O amadorismo do Nacional

Começou tudo errado. A bola deveria ter rolado às 16h, no Estádio Nhozinho Santos para Maranhão e Nacional, mas o amadorismo do time de Santa Inês falou mais alto outra vez.

Com 25 minutos de atraso, o Nacional chegou de van ao estádio. Um a um, os jogadores entraram em campo para disputar o Campeonato Maranhense de Futebol Profissional. A partida só começou às 16h35.

O presidente do Nacional, Caetano Alves alegou que o transporte que conduzia os atletas do Nacional furou o pneu. Depois, ficou cerca de uma hora parado no Campo de Perizes em função do rompimento da adutora do Italuís.

Pois é, todo mundo sabia que isto iria acontecer. Somente ontem, por volta de 18h, o Nacional deu entrada nos contratos dos atletas que seriam utilizados hoje.

Até a semana passada, o Nacional não tinha nem time e nem havia confirmado se participaria ou não do Campeonato Maranhense.

Não há confirmação sobre onde o Nacional mandará os seus jogos. No ano passado, o Naça mandou as suas partidas em Vitória do Mearim. Este ano, a direção do Nacional chegou a anunciar que o time jogaria em Zé Doca, mas há uma expectativa para que os jogos ocorram mesmo em Santa Inês.

Sobre este assunto perguntaria: será que os problemas que ocorrem com o Nacional nos últimos dois anos não servem para mexer com a torcida, empresários e poder público de Santa Inês? Ninguém lá se preocupa com o time da cidade?

6 comentários para "O amadorismo do Nacional"

  • Ze Augusto

    Infelismente esse é o retrato do nosso futebol, mais precisamente da administração, por favor senhores mandatarios, voces não acham que ja fizeram muito mal ao nosso futebol?. entendam é necessario, é correto uma alternancia de poder. Sr Alberto para o bem do todos larga essa federação. Da vez a outro com outras ideias e tudo mais.

  • Roni

    Bom infelismente sim, a realidade dos times de Santa Inês é essa que todos veem, não há um apoio ao esporte por parte de empresário e da prefeitura municipal. Heróis sim esses que estão a tentar levantar o futebol da cidade e da região. Espero que isso sirva para que os olhos dos politicos e empresários locais se voltem para o esporte.

  • Joaquim Aguiar

    O NACIONAL ESTÁ A CARA DO NOSSO FUTEBOL (COMPORTAMENTO AMADOR) .ELES NÃO TEM NENHUMA ESTRUTURA PROFISSIONAL SABEM QUE FICA POR ISTO MESMO . VOLTO A COMENTAR SE FOSSE FEITA UMA VISTORIA RIGOROZA NENHUM ESTADIO TERIA CONDIÇOES DE JOGO .VEJA QUE LÁ EM IMPERATRIZ DEVIDO AS CHUVAS O JOGO DO MOTO SÓ SERÁ AMANHÃ AS 20;00 HS ,SABEM PORQUE ? A DRENAGEM NÃO CONSEGUE LIBERAR A AGUA ATÉ AS 10:00 HS DA MANHÃ .O ESTADIO É NOVO .VEJAM QUE É UM PROBLEMA ATRAS DO OUTRO . DAQUI A POUCO É AMBULANCIA ,ILUMINAÇÃO ,FALTA DE POLICIAMENTO E POR AI VAI .ESTE É O NOSSO FUTEBOL AS MESMAS GESTÕES ,OS MESMOS PROBLEMAS .

  • Gilson

    Pinheiro, Coroatá, Codó, Caxias, Viana, São Bento,Santa Inês, Comerciário e Itinga. Onde estão esses times?! O Nacional é mais uma equipe efêmera que sucumbirá em pouco tempo e acho que não chegará nem ao final do primeiro turno. Com todo respeito a esses clubes e suas torcidas, temos que ser realistas. Não tem condiçõese de participar de um capenonato maranhnense. Se para os times da capital já é difícil, imaginem para os times do interior. Prefeitura e Estado não existem para patrocinar futebol profissional. Educação, saúde, sanemento e habitação devem ser suas prioridades. O Nacional vem cambalendo há muito tempo. É melhor desistir agora do que passaar vexame lá na frente. O começo diz tudo. E a Federação sabia que isso ia acontecer. Ano passado o Bacabal pegou um WXO, alegando que o ônibus se perdeu na estrada, em uma viagem de menos de 200 km. Só no nosso futebol …

    Culpa dos nossos dirigentes. A onda de euforia e ufanismo que tomou conta dos nossos torcedores e de alguns setores da nossa imprenssa esportiva, por ocasião dos jogos do Sampaio e Iape na Copa do Brasil, não devem contaminar e embotar a nossa imaginação e achar que temos um grande futebol no nosso estado. Pura ilusão. Esse jogo traduz e ratifica a essência do nosso futebol: desorganizado, sem brilho, corrupto e muito mais. A torcida que lotou o estádio nos jogos da Copa do Brasil não merece tanto.Essa, sim, merece os nossos parabéns.

  • Paulo

    Olha Zeca também colocar tudo culpa na FMF não está certo, isso que o Nacional fez foi de propósito, o departamento da FMF deveria excluir esse time da competição, esse comportamento mancha o nosso futebol e desanima qualqquer um que queira investir aqui.

  • Marcelo Rodrigues

    Zeca
    É natural que neste momento, diante de problemas relevantes, surjam inúmeros comentários relacionados ao time do Nacional – de Santa Inês – um dos que disputam o campeonato maranhense.
    Todos criticam apontando falhas e suposta desorganização. É livre a manifestação de pensamento e opinião. Entretanto, 99% dos críticos não emitem opinião apontando qual a melhor solução para minimizar o problema. Muitos apontam como falha principal a FMF, o Alberto Ferreira. Outros incitam a participação do poder público, quanto gestão municipal ou estadual, sob a alegação da falta de apoio. Não há amparo legal de destinação de subvenção para a sustentabilidade de time de futebol profissional (uma empresa como outra qualquer).
    Considero uma atitude de muito esforço e vontade, do Caetano, trazer o Nacional para disputar o campeonato maranhense. Pegar goleada… não é nenhuma desmérito, quem não pegou?… Exemplos: Sampaio, Moto, Maranhão, Iape – são considerados grandes do nosso futebol porque são da capital… E mais, times de grande porte também já sofreram goleadas no futebol nacional e mundial, até seleção em Copa do Mundo.
    Quanto custa manter um time de futebol profissional?…
    Apontar é muito fácil. É mais fácil esticar o estilingue, que receber a pedrada.
    Vejamos um exemplo do crítico distanta da realidade. O Joaquim Aguiar, quando comentou sobre o estado do gramado do Estádio Frei Epifânio D’Abadia, relacionando o horário do jogo Imperatriz x Moto Club. Ele não viu o temporal, desconhece a densidade do volume de água centrado no campo. Está desinformado do tempo/hora chuva – que começou às 18h de sábado (12) e deu uma parada somente às 11h de domingo (13) hoje. Qual a drenagem, tecnicamente falando que dá vazão rápida a uma quantidade de água no volume recebido no gramado do estádio Frei Epifânio?… Certamente não conhece, é um crítico desinformado.
    História: Nos anos 70, em jogos do Brasileiro, quantas vezes vi no Nhozinho Santos dezenas de homens com grande quantidade de esponjas somando esforços para sugar a água contida no gramado em decorrencias de chuvas.
    Concluo afirmando ser lamentável os acontecimentos que envolvam sobremodo o Nacional, de Santa Inês. Mas, enfim, gostaria que assim com temos a coragem de criticar, fossemos sábios e o bastante competente para invocar os meios plausivos para a solução do que entedemos e consideramos errado no futebol profissional do Maranhão.
    Um grande abraço.