Águia já faz suas contas

Acendeu o ‘sinal amarelo’ no Águia de Marabá. A derrota por 2 a 0 para o Luverdense-MT, no domingo, em pleno Rosenão, complicou um pouco a vida do time no Grupo A do Campeonato Brasileiro da Série C.

O time marabaense corre o risco de ficar fora da fase de mata-mata da Terceirona em caso de outros tropeços. O Azulão tem dez pontos e lidera a chave ao lado do Paysandu. A vantagem do time do técnico João Galvão é no saldo de gols (1 x -1).

Mas como não vai participar da oitava rodada, a tendência é que o Azulão caia para a vice-liderança ou até mesmo para o terceiro lugar na chave. Com os mesmos 10 pontos, o Papão recebe o Luverdense, quinta-feira, na Curuzu, enquanto que o Rio Branco-AC, que tem nove pontos e um jogo a menos, vai até São Luís enfrentar o lanterna Sampaio Corrêa-MA, no sábado.

O time marabaense recuperou a liderança depois que o Paysandu foi goleado pelo Rio Branco-AC, por 4 a 0, na noite de domingo. Como ainda tem um gol de saldo levou vantagem sobre o bicolor, que possui saldo negativo de uma bola.

Mas o que mais preocupa a todos no clube não foi o fato da equipe ter sofrido sua primeira partida em casa na competição, mas sim o futebol abaixo da média apresentado no jogo.

‘É claro que duas derrotas consecutivas preocupam. Mas contra o Paysandu o time jogou bem e, apesar das falhas no final, mostrou garra e vontade de vencer. Dessa vez nem isso o time mostrou. Mas é melhor isso ocorrer agora, antes das últimas rodadas, que dá tempo de corrigi’, disse ontem João Galvão.

Recado

Para o treinador, não há dúvida de que faltou dedicação para alguns jogadores do Águia na derrota para o rival mato-grossense. Galvão deu um recado ao grupo do Azulão: quem não se empenhar sairá do time.

‘Se não tiver o espírito que a gente acha tão importante para se vencer um campeonato, a gente vai deixando de lado. Tem que contar com aquele (jogador) que tem realmente o objetivo de vencer. Para vencer, precisa de uma entrega maior’, ressaltou Galvão.

A lentidão da equipe na recomposição, após a perda da bola, na partida contra o Luverdense, foi apontada pelo comandante marabaense como um dos problemas que precisam ser corrigidos.

‘Não pode entrar da forma que a gente entra, olhando, assistindo, não voltando, achando que só tem que jogar. Tem que também recompor mais rápido. Isso vale. Por isso, a gente deixa alguns jogadores de fora da viagem, da concentração’, explicou.

Jornal Amazônia

2 comentários para "Águia já faz suas contas"

  • Washington

    NÃO DÁ MAIS PARA AGUENTAR
    Não dá mais para aguentar de ver times como Luverdenses, Águias, Tocantinópolis, São Raimundos, Cristais da vida times sem qualquer expessão nacional baterem na cara de nossos times, que antes eram respeitados e temidos. Isso mostra que o nível técnico do nosso futebol caiu muito de uns anos pra cá, por que não dizer que foi a por causa da má adminstração do nosso futebol. Basta dizer que o Maranhão quase acaba, o Moto conseguiu ser o pior dos piores e foi rebaixado para a 2ª divisão e o Sampaio teve a proesa de perder o campeonato maranhense para o JV Lideral (com todo respeito ao JV que ganhou merecidamente o campeonato), time que nasceu ontem, Será que é a Federação? Será que o pricipal problema é financeiro? Será falta de Planejamento? Mas o que será que tá faltando para que o futebol do nosso estado volte a ser respeitado como no passado?
    A Federação maranhense deveria fazer fúrum de futebol com os dirigentes dos clubes e rever essas questões passo a passo. Deveriam ver mais as torcidas e imprensa e trabalhar para levar o status que nosso futebol tem perante o cenário nacional.

    Zeca fica aí a discursão: O será que tá faltando para que o futebol maranhense melhore…

  • PAULO CÉSAR VIEIRA DE OLIVEIRA

    Olha o Washington um dos problemas pelo fraco desempenho do nosso futebol é a ganância de pessoas como seu Tadeu Palácio, que fez em vários locais de São Luis, postos de gasolina e outros empresários gananciosos. Daí não se ver mais os mais jovens jogando bola ou seja procurando aprender esse esporte. Também tem outros fatores como falta de apoio dos governos e dirigentes sem compromisso.