Governo anuncia ajuda a Sampaio e Moto

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O governador João Alberto anunciou agora há pouco, a liberação de R$ 400 mil aos dois representantes do Maranhão no Campeonato Brasileiro Séries “C” e “D”. Sampaio e Moto receberão cada um a importância de R$ 200 mil que serão repassados em quatro parcelas iguais de R$ 50 mil. A boa notícia é que os clubes já receberão a primeira parcela na próxima semana.

João Alberto disse que é muito importante ajudar o esporte porque ele é fundamental na divulgação do estado.

– Enquanto eu e a governadora Roseana estivermos à frente vamos dar todo apoio ao esporte profissional e ao amador também. A ajuda que nós estamos anunciando agora está dentro do limite do que é possível fazer” – destacou.

Durante o anúncio da ajuda aos clubes, João Alberto confirmou a reedição do Programa Nota na Mão”.

– Esta é outra boa notícia que trago para vocês. O Nota na Mão estará de volta nos próximos meses e nossos estádios voltarão a ficar completamente lotados – afirmou.

O vice-presidente da CBF, Fernando Sarney participou da solenidade e destacou a importância de se investir no esporte.

– É importante colocar recursos no esporte só assim poderemos alcançar os grandes resultaqdos – adiantou.
 
O presidente do Sampaio Sérgio Frota disse que não esperava outra postura do Governo do Maranhão que tem hoje pessoas comprometidas com o esporte. O vice-presidente do Moto, Carioca fez um agradecimento em nome de toda a diretoria.

11 comentários para "Governo anuncia ajuda a Sampaio e Moto"

  • Motense Atento

    Onde o presidente do moto se encontra ,nunca está perto nas grandes decisões,onde sua presença é importante,e coloca sempre esse papagaio de pirata,sempre esse vice boliviano,assim cleber verde ,qdo tu vai da importância para o moto,acho q nunca, e contratações q são boas nada,motense sempre atento

  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz

    Zeca, isso é uma vergonha! não tenmos futebol de ha muito tempo! apenas um grupelho de aproveitadores, que fazem de nossos clubes ‘ponte de trafuico humano’ em beneficio proprio… Nao tem organização, agem amadoristicamente, o dinheiriom que colocam, querem retorno quintuplicado – raras casos de amor legitimo… – mas a maioria se constitue de picaretas e aprovdeitadores…
    E o apoio ao esporte amador? nossas federações vivem a mingua, sem condições de funcionamento, pois os clubes – lembre que aqueles que mantem esporte profissionakl deve manter pelo menos tres modalidades olimpicas… mas quem sabem das equipes?
    Ha muitos anos, criamos um expediente, para dar o ponta-pe inicilal- para usar a metafora tao cara ao Companheiro PeTralha – de ligar uma grande equipe escolar a um de nossos clubes – ha mais de trinta anos… – e ainda os clubes nao se desdfizeram desse expediente, e ‘sobrevive’ as equipes desse favor, de usar o nome – muitas das vezes, nem mesmo os uniformes de competiçao sao fofrnecidos…
    Mas o Governo, prefere dispender 400 mil no falido futebol… npo bolso de quem vai parar esse dinheiro? para beneficio do esporte profissional ou dos profissionais de nosso esporte – os empresarios…

    Leopoldo Gil

  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz

    Zeca

    a quem interessa essa postura do Governo do Estado? aos ‘empresarios’ de nosso ‘futebol profissional’? qual futebol? o profisisonal pode ser profissional, mas a gestao e amadora.
    Li no seu Blog que um determinado “treibnador” – pergunto, esse treinador/tecnico tem registro no sistema CONFEF/CREF ao menos como provisionado (leigo!)? se esta atuando no Estado do Maranhao, e tem seu registro profissional, pediu a transferencia para atuar neste estado? retornando, o “trenero” vem e tras junto com ele mais de meio time… e nossos atletas? nao servem para nosso futebol? nossos profissionais – os poucos regularizados como tecnicos, com o registro profissional no CREF5 – nao servem! apenas para ‘tapar buracos” ate que esses dirigentes tragam esses cabeças de bagre – nao conhecem nosso esporte, nossos jogadores, nossas necessidades… e pensar que o Maranhao ja foi celeiro de craques… continuamos exportadores, mandamos os melhores,muitos sem ao menosm passar por nossos campos, e importamos o restolho…
    Pergunto, a quem interessa isso?

    Leopoldo Gil

  • Ruan Vitor

    Boa noticia.Eh muito bom ter um governo que olhe pelo nosso e esporte e nosso futebol.

    VAMU REAGIR SAMPAIOOO

  • Leopoldo Gil Dulcio Vaz

    Zeca, seria interessante que nosso dirigentes – incluo os da Secretaria de Esportes e Juventude! dessem uma olhadinha nesse projeto – e aprendesse alguma coisa util para o esporte, e nao jogar dinheiro – nosso dinheiro dos impostos – fora. E nossas escolas nao tem quadras – sala de aula do professor de educaçao fisica! – , nem material esportivo – o minimo para dar uma aula curricular – e muito menos para treeinar uma equipe para osJogos Escolares… mas para o ‘futebol profissional’ tem dinheiro…

    destaco: “O esporte em economias periféricas se tornou um novo tipo de agência educativa de formação profissional que recruta jovens, em geral das camadas populares, para atuarem no mercado interno ou externo dessa indústria de entretenimento”

    Escolarização e formação de atletas de futebol no Brasil e em Portugal

    Antonio Jorge Gonçalves Soares

    O objetivo do projeto é analisar como os jovens atletas compatibilizam a formação nas categorias de base do futebol com a escolarização básica. O esporte em economias periféricas se tornou um novo tipo de agência educativa de formação profissional que recruta jovens, em geral das camadas populares, para atuarem no mercado interno ou externo dessa indústria de entretenimento. Destacamos que esse tipo de formação profissional de jovens não tem recebido a devida atenção nos estudos da educação e não tem sido objeto de debate e reflexão nas políticas públicas que tomam o esporte como meio para fixação de crianças na escola. O estudo se justifica na medida em que: a- Portugal e Brasil são formadores de jogadores para os principais mercados do futebol profissional na Europa e em outros continentes; o principal destino dos jogadores brasileiros é o futebol Português; c- os jogadores brasileiros possuem no mercado português uma porta de entrada para o mercado europeu de futebol; d- o esporte é tomado como meio para as políticas de fixação dos jovens na escola. A investigação utilizará entrevistas semi-estruturadas com atletas das categorias de base sub-17 e sub 20 em dois tipos cenários de formação esportiva no Brasil e em Portugal: 1- investigar um clube em cada país que possua albergamento e escola para todos os atletas em formação; 2- investigar um clube em cada país que não possua política de oferecimento de escola para os atletas. As categorias escolhidas se justificam por serem as faixas etárias que mais se registram abandono do ensino médio em ambos países.

    Pois e, essa nao seria uma postura, digna, de nossa SEJUSP junto com nossas Universidades? Pesquisa, pesqyuisa, pesquisa…

    Leopoldo Gil

  • Palhaço

    RIDÍCULO!

    É UM ABSURDO COLOCAREM DINHEIRO NA MÃO DE GENTE DESSA QUALIDADE!

    PALHAÇADA COM O DINHEIRO PÚBLICO.

    JOÃO ALBERTO VOCÊ ME DECEPCIONOU EM ACERTAR VALORES COM ESSE TAL DE CLEBER VERDE…… ABSURDO!

  • TUMF

    KD O CASTELÃO???

    RESPOSTA: AS OBRAS SÓ DEVERÃO SER CONCLUÍDAS EM 2010.

  • joão pedro

    A ajuda sem dúvida é bem vinda, agora o seu destino é que devemos acompanhar, e isto acredito que deve ser feito pelo conselho deliberativo do moto, se ainda existe. queremos no final, uma prestação de conta dessa diretoria, que desde logo, fiquem sabendo.
    ATENTO MOTENSES.

  • J.ALBERTO

    QUERO LEMBRAR QUE ESSE DEPUTADO CLEBER QUE ARRUINOU O MOTO CLUBE E RECEBEU ESSE DINHEIRÃO DOS CONTRIBUINTES É:

    ” O MESMO QUE ESTÁ SENDO PROCESSADO PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM AÇÃO CRIMINAL – ELE É CONSIDERADO FICHA SUJA NA CÂMARA FEDERAL”

    CUIDADO PESSOAL, ESSE DINHEIRO É DO POVO MARANHENSE …………… PARA GENTE DESSE TIPO É ROUBADA CERTA.

    EXIJO PRESTAÇÃO DE CONTAS QUINZENAIS SOBRE OS GASTOS E SE TIVER NOTA FISCAL FALSA NO MEIO VAMOS A JUSTIÇA CONTRA LARÁPIOS DO DINHEIRO PÚBLICO QUEM VIVER VERÁ!

  • ACR Motense

    Primeiro, sou plenamente a favor da ajuda do Governo mediante a contrapartida da divulgação do Estado nas camisas dos clubes. Isso não é ilegal e muito menos imoral. É apenas publicidade.
    Peço aos torcedores do Moto que fiquem atentos para a aplicação desses recursos. O conselho deliberativo do clube tem que exigir prestação de contas desses valores e de tudo mais que entrar nos cofres. Chega de desmandos! Alguém sabe onde foi parar o dinheiro da venda de Kleber Pereira ao Atlético-PR????????? No Moto é que esse dinheiro não ficou!

  • Ricardo André

    Caro Zeca, peço licença a você para colocar mais algumas observações sobre as relações das políticas públicas com o esporte, que são historicamente recentes e resultam numa constatação que é mundial: as políticas públicas de apoio ao esporte e lazer padecem de problemas de ordem conceitual e de cunho operacional.
    Com isso, gostaria de continuar com minhas observações sobre as políticas públicas de Esporte e Lazer materializadas no Maranhão e em nossa cidade. Descasos como este, não nos permite ficar em silêncio.
    Nos clubes, o que vemos são atos estapafúrdios, porque não faz muito tempo os clubes de futebol da capital receberam 600 mil reais da Prefeitura de João Castelo, sem que os mesmos tenham publicado em veículos de comunicação social, para que tornassem públicos, os planos de financiamento e planos de resgate exigidos pela Lei do Esporte, o que a não realização disto, resulta, conforme a lei, na destituição de seus dirigentes, o que não se assiste de modo algum.
    Os planos de financiamento e de resgate são elementos constituídos em lei, utilizados para acompanhar como tais recursos públicos serão utilizados e como os mesmos serão restituídos aos cofres públicos, o que a inexistência de tais planos nos referidos clubes leva a destituição dos seus dirigentes.
    O que se passou na esfera municipal, pelo meu desconhecimento da dinâmica jurídica não sei o que poderia resultar ao Prefeito, entretanto, novamente se assiste a mesma manobra na esfera estadual pelos clubes da cidade, vão-se as sopas, mas as moscas continuam as mesmas.
    Este fato requer cuidado, principalmente pelo que assistimos em quase todos os veículos de comunicação da cidade e do Estado, nos quais, notícias e evidências de desvio de recursos públicos pela turma dos balaios, que comprometeram a máquina pública estadual de maneira arrasadora, comprometeram o trabalho dos novos gestores e dos frutos que poderiam ser transferidos em políticas públicas para a população.
    Esta é uma questão delicada com o trato dos recursos públicos e principalmente com o contribuinte.
    Conforme as transformações culturais do esporte e do lazer ao longo dos últimos 40 anos, vemos que os clubes até o momento, caminham por um outro lado lado – diga-se do passado, que faz com que estes estejam imersos numa crise que é, sobretudo do modelo, relembremos o Grêmio Litero Recreativo Português, Clube Jaguarema e agora em tempos atuais Sampaio, Moto Clube, MAC.
    O esporte ao longo dessas transformações culturais, de um cenário caracterizado pelo espaço fechado, sofreu mutações gigantescas, apresentando-se de modo plural nos diferentes espaços abertos, em que cidadãos de todas as idades, gêneros e classes sociais o praticam, fato que os clubes não despertam, não o fazem, não o querem e resulta nesta crise avassaladora que os mesmos se encontram e que o contribuinte paga a conta.
    Repito, o esporte e o lazer nas suas transformações se tornaram fenômenos plurais que se materializam numa sociedade polimórfica, fato que os clubes não se despertam, desconhecem como o fazer ou não querem.
    Numa cidade como São Luís, em que o espaço arquitetônico urbano se combina com espaços abertos para o esporte e lazer, não se vislumbra qualquer dirigente ou político da cidade a procurar uma estratégia que possa acompanhar as transformações do esporte e do lazer, as ações se resumem a eventos.
    Não há qualquer atenção para as mutações do esporte e do lazer, o que nos leva a perguntar: o que dizer da articulação dos esportes com a natureza com os esportes radicais que se acentuam nas últimas décadas? Os passeios noturnos de bicicleta sem que a cidade esteja se preparando com ciclovias? Esporte e Lazer para todas as idades e gêneros?
    Novamente vemos a despesa descabida pela falta de regulação sobre os usos dos recursos públicos sobrar para o contribuinte, que não usufrui do esporte e do lazer como direitos sociais que constam de nossa Constituição, que resulta numa realidade já citada, qual seja, as políticas públicas de apoio ao esporte e lazer padecem de problemas de cunho conceitual e de ordem operacional.
    É hora de conseguirem passar de um corpo de políticas que se dirigem às necessidades coletivas de alguns para políticas que respondam às necessidades individuais de muitos, o que é necessário abandonar a política de curto prazo, supostamente beneficiária de retornos eleitorais e de efeitos midiáticos, por uma política de desenvolvimento de resultados mais sustentados, isto é, tratar do esporte e lazer como fatores de desenvolvimento humano para todos nós contribuintes.
    No Brasil, o campo das políticas públicas de esporte e lazer é caracterizado pelas temáticas do gestão pública do esporte e lazer, análise dos programas e projetos sociais de esporte e lazer, estrutura e dinâmica das organizações públicas de esporte e lazer, o que no mínimo deveria acontecer, era esta equipe da Secretaria de Esportes Lazer e Juventude concentrar esforços nessas leituras para não correr os riscos de cairem na mesma metáfora outrora citada: vão-se as sopas, mas as moscas continuam as mesmas.
    Muito Obrigado.

    Ricardo André – Professor de Educação Física
    Mestre em Gestão Desportiva pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto