Série C: Atlético-GO é campeão

confian_a_x_aguia_003.jpgBeneficiado pela derrota do Campinense-PB para o Rio Branco-AC, por 2 a 1, nesta quarta-feira, na capital acreana, pela 12ª rodada do octogonal final do Campeonato Brasileiro da Série C, o Atlético-GO assegurou o título da competição mesmo sem entrar em campo. Com o tropeço, o time paraibano ficou com 19 pontos, na segunda colocação, e só pode chegar aos 25 ponto, mesma pontuação do time goiano, que levaria vantagem em caso de empate devido ao número de vitórias.

O resultado manteve o Rio Branco com chances, embora ainda ocupe a última colocação, com 13 pontos. Para conseguir o acesso à Série B, o Estrelão precisa vencer os dois jogos restantes, contra Duque de Caxias-RJ, fora de casa, e Brasil-RS, no Acre, além de contar com uma grande combinação de resultados.

Depois de quatro derrotas seguidas, o Confiança-SE voltou a vencer e derrotou o Águia-PA, por 3 a 2, em Aracaju. A vitória levou o time sergipano aos 14 pontos, mas ainda na penúltima posição, e trouxe uma ponta de esperança ao acesso do Dragão. Nas duas próximas rodadas, o clube enfrenta o Brasil-RS, e encerra a participação contra o Duque de Caxias-RJ, em casa. Para brigar pelo acesso, precisa vencer as duas e torcer contra os concorrentes.

O Águia, por sua vez, permanece na terceira colocação, com 15 pontos, mas poderá até sair do G4 no complemento da rodada, nesta quinta-feira. Nas rodadas finais, o Azulão enfrenta o campeão Atlético-GO, em Belém, e se despede da competição contra o Guarani, em Campinas.

A 12 ª rodada será completada nesta quinta-feira, com dois jogos. Em Goiânia, o Atlético faz o jogo festivo contra o Brasil-RS, às 20h30, mesmo horário de Guarani e Duque de Caxias-RJ, que duelam em Campinas. O duelo no Brinco de Ouro é decisivo, e o vencedor fica no G4. O Bugre é o quinto, com 14 pontos, enquanto o Duque tem um ponto a mais, na quarta posição.

Confira os jogos da 12ª rodada do octogonal final da Série C

Quarta-feira
Rio Branco-AC 2 x 1 Campinense-PB
Confiança-SE 3 x 2 Águia-PA

Quinta-feira
Guarani x Duque de Caxias-RJ
Atlético-GO x Brasil-RS

Fonte: Agência Futebol Interior

3 comentários para "Série C: Atlético-GO é campeão"

  • Gardênia

    Zeca, mandei um e-mail pra vc sobre o estádio do Gama

    Resposta: Obrigado. Já publiquei para que o torcedor daqui faça a devida avaliação.

  • Arley Silva

    TEXTO CORRIGIDO PARA TODOS LEREM – O ESTÁDIO NHOZINHO SANTOS

    Zeca Soares, não entendi porque o caro amigo retirou a análise anterior que fiz há duas semanas sobre o que deveria ser feito com o estádio Nhozinho Santos. Deveríamos seguir o exemplo do Bezerrão portanto, já que o Nhozinho não reúne condições para sediar partidas oficiais, pois afronta claramente o estatuto do torcedor. Gostaria muito que este assunto fosse discutido pelos internautas e tratado em alto nível, com extrema seriedade. Digo e repito sem nenhum temor – ponham abaixo o Nhozinho Santos e que seja construído um novo e pequeno estádio no aterro do Bacanga. Explico amigo: O Nhozinho já cumpriu com a sua função, contudo não mais se adequa às exigências da FIFA. Na realidade amigo, se bem pesado, à muito deveria ser descartado. Trata-se de um estádio antigo, cujo principal acesso não passa de uma ruela que mais parece um corredor polonês em dias de clássico. Sem cobertura nas arquibancadas, as pessoas ficam expostas às intempéries naturais. Em caso de tumulto, torna-se uma armadilha, já que entrada e saída confundem-se. Por outro lado, as autoridades permitem alguns abusos incomuns – os ambulantes, por exemplo, portam armas brancas dentro do estádio a fim de venderem alimentos que certamente não passam pelo rigor da vigilância sanitária. Não bastasse isso, não raras vezes vemos fogareiros a borbulhar água quente (milho cozido e outras iguarias) como visto no dia da partida entre Sampaio e Águia do Pará. Pois é, tenho sido testemunha de coisas do gênero e vocês também. Tenho visto fogareiros estacionados não só no alambrado atrás do gol da praça Catulo da Paixão Cearense, como, inclusive, na própria arquibancada, literalmente na arquibancada. Nunca vi tal coisa em outros rincões, Brasil afora – IMPRESSIONANTE. Nada justifica tais atos, nem mesmo a pretensa pobreza maranhense que empurra multidões à informalidade. É a total desorganização que existe em nosso Estado e que se transfere também para a esfera cultural. O samba do crioulo doido que faz coro à máxima – TERRA DE NINGUÉM.
    Vou além: Toda capital que se preze tem dois estádios no mínimo. Já temos o Castelão para os grandes eventos esportivos, mas falta-nos um pequeno estádio que tenha bom estacionamento e outros serviços de apoio. Reflita comigo amigo. O aterro do Bacanga está mui bem situado no centro da cidade. Sendo uma área de grande extensão, avizinha-se ao coração cultural da cidade – Madre-Deus, Lira – Belira e adjacências. Ou seja, cai como uma luva, pois lá já se deveria pensar em uma espécie de CIAPE a fim de se construir uma passarela de samba definitiva e que serviria também como uma escola, nos moldes da passarela do RIO. Como a área é extensa, lá poderia ser construída uma unidade policial militar de médio porte, mas que daria guarita aos eventos multi-uso do local, servindo de apoio policial definitivo ao centro da cidade, reduzindo as atividades administrativas do QG da polícia militar. Aliás, seria juntar o útil ao agradável, pois bem sabemos que aquele local atrai, infelizmente, elementos de má conduta. Certamente os bares que lá se encontram seriam atingidos, mas permaneceriam em outro ponto nas imediações do estádio. Justamente na área do kabão, ou mais precisamente onde hoje se encontra um circo intinerante, seria construído um estádio para 35 mil espectadores no máximo com a grande vantagem de contar com o terminal de integração em sua proximidade. Aliás, deverias ser feita uma extensão do terminal, ou na melhor das hipóteses uma adequação daquele terminal improvisado antigo que fica na subida da Cajazeiras, motivo de críticas também por sua condição precária. A mesma passaria pelo estádio em um volume do ônibus não visto no Castelão, pois este possui um acesso bem mais limitado, sofrendo restrições sem fim na avenida dos franceses. Não esqueça também que poucas áreas em nossa capital possuem espaço para uma pretensa linha de metrô de superfície. Por incrível que pareça lá, cotejada uma análise técnica, talvez fosse possível uma linha dirigindo-se no sentido Africanos. Até por isso já seria mais vantajoso, sem contar que estaria próximo ao Reviver, Ceprama, a Universidade Federal do Maranhão, Porto do Itaqui. Por não ficar distante do Nhozinho Santos atrairia o mesmo público, pois bem sabemos que o atual estágio do nosso futebol não permite sonhar com mais de 30.000 pessoas no Castelão. Bairros como os já citados, também o Bairro de Fátima, Coroado, Liberdade, João Paulo, Vila Embratel, Anjo da Guarda e tantos outros das redondezas, de onde, aliás, concorre a grande quantidade de torcedores que se desloca ao Nhozinho Santos, seriam beneficiados, ou, na melhor das hipóteses, não seriam desfavorecidos pela mudança. Não se trata de um devaneio. Não devemos esquecer que o aterro deveria cumprir com uma função social constitucional, até porque advém de crime ambiental, mas hoje serve para interesses privados e não alcança, com isonomia, os interesses da população como um todo.
    No lugar do Nhozinho Santos, seria construído um hospital, sim um hospital, visto que bem sabemos da carência que existe em nossa capital de serviços hospitalares. Ora, eis aqui um segundo PAM-DIAMANTE, bem próximo ao seu paria, bem centralizado, ou mais um SOCORÃO, igualmente eqüidistante do seu paria – o Socorrão I. Ocuparia um espaço menor que o estádio e supriria as necessidades da população, já que a cidade cresce e pouco espaço dispomos para isso. Lá poderiam, também, ser construídas uma praça e um estacionamento, humanizando a região, retirando a sensação de se estar exprimido, como de fato ocorre com as pessoas que lá vivem, fruto de um crescimento desordenado da cidade. Justamente é para sanear este afronte à inteligência de um projeto urbano sensato que proponho tal mudança, pois é sabido o quanto o Nhozinho Santos serve de gozação Brasil afora. Eu mesmo fui testemunha várias vezes de que isso é verdade quando morei em São Paulo – e olha que o Castelão também. Lembro-me do Márcio Guedes, repetidas vezes, mencioná-lo como o estádio encravado em uma favela.
    Amigo, não se trata de sonho. Vivemos na era da informação e do crescimento rápido das relações econômicas e institucionais, mesmo diante de crises passageiras como a que vemos agora. O turismo, por exemplo, é o maior negócio do planeta, mas parece que o Maranhão dorme em berço esplêndido e não quer acordar para o fato de que isto gera renda e riqueza. Por isso perdemos oportunidades sem fim. Nossos clubes de futebol não são clubes, não possuem estádio – às vezes nem mesmo endereço. O ABC de Natal construiu, em parceria empresarial, um pequeno estádio em uma área concorrida da cidade, verdadeiramente nobre, onde o turismo aflora e atrai milhares de dólares. Quanto a nós!!!!! Apenas proponho o óbvio. A FIFA considera um bom estádio não um Castelão da vida, mas aquele em que os critérios estejam além da capacidade de público. Alguns pontos como segurança, acesso rápido, meio de transporte (ônibus e metrô), hotéis nas proximidades, isto sim é o que se deseja. A minha proposta seria, não somente a construção de mais um estádio de futebol, senão a revitalização de um local para onde concorrem manifestações de todos os gêneros – carnaval, São João, paradas militares, eventos circenses, bingos, forrós-fest e tantos outros. Ou seja, certamente não estou equivocado!!!! O que levantaria dúvidas seria o por quê de tal empreendimento, sobretudo se considerarmos que a construção do Castelão pouco alterou o nível do nosso futebol. Contudo, há bem pouco tempo, estávamos ameaçados de perder o Castelão e o Nhozinho sequer mereceu algum comentário positivo por parte do ministro dos esportes. Por favor, não me tenha por dono da verdade, nem intolerante com os desvios administrativos do futebol maranhense por mim descritos, mas algumas coisas têm e devem mudar. O Nhozinho afronta a lei, a inteligência, o bem-estar e a segurança das pessoas. Deve ser gradativa e decididamente abandonado. Este ano, pelo campeonato brasileiro da série C, no jogo Sampaio Corrêa X Paysandu, vocês mesmos da imprensa temeram pela sorte das pessoas por causa da atitude de um público alienígena que se concentrava desde cedo na Praça Catulo da Paixão Cearense. As provocações quase levaram à violência desenfreada e por pouco não houve uma tragédia. O pior e que não havia para onde escapar, pois o Nhozinho não é um alçapão, o seu logradouro sim o é, as suas cercarias sim é que conduzem ao mal-estar de um estádio velho, obsoleto, perigoso, encravado em uma comunidade que cresceu sem controle urbano algum, mas que se tornou vítima e não algoz do destempero de uma praça de esporte velha e caduca. Deixem-no descansar em paz, tais quais as pessoas que foram enterradas no cemitério que lá outrora existia, segundo o que foi divulgado pela mídia nacional. Talvez, só assim, meu amigo Zeca Soares, o futebol maranhense prosperará!!! Certamente agradaria mais a DEUS saber que os mortos são respeitados em sua morada e sono profundo. Só para finalizar: Não à-toa o último título de expressão nacional foi conquistado pelo Sampaio Corrêa no Castelão, e olha que ainda teve a Copa Norte. Pois é, alguém ousaria discordar. Abandonem o Nhozinho!!!! Já. Esqueçam a nova iluminação que já começou errada. Eis aí uma grande oportunidade para quem construiu o outro estádio fazer mais um, até porque promessas não faltaram na última campanha eleitoral, de onde pouca ou nenhuma inteligência se extraiu a não ser para a perpetuação do ego. Gostaria de ver minha São Luís e meu Maranhão bem melhor. Talvez falte apenas um pouco de ousadia e perspicácia.

  • João

    Essa secretaria de esportes passa o ano inteiro e realiza um único evento no Estado, os JEM’S, que está muito longe, mas muito longe dos aureos e bons tempos do Desporto Maranhense. O Castelão vai passar 4 anos em reforma pra poderem desviar muita verba.Na Sesp, Gesp, seja lá qual for o nome agora,ninguém se entende, todo mundo quer mandar,pegar o seu,e o esporte, tanto amador,como profissional vai ficando cada vez mais de lado,tá tudo abandonado: piscina, quadras,kart,skate,atletismo. Não existe política pública de desenvolvimento do desporto no maranhão, aliás, não existe política pública em área nenhuma, ô governozinho fraco….